Não é nada fácil sair do consultório médico com um diagnóstico de uma doença degenerativa sem cura. Saímos de lá com algumas receitas médicas, orientações básicas, mas, muitas vezes, sem o devido suporte para essa longa caminhada do dia-a-dia do cuidar. E, em meio a esse turbilhão de necessidades da pessoa diagnosticada estão as emoções e sentimentos do cuidador. O primeiro passo dessa pessoa, com uma responsabilidade tão grande, é aceitar esse diagnóstico. Sem isso, a caminhada pode ser bem mais difícil tanto para ele quanto para a pessoa cuidada.



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