Receber ou conviver com um diagnóstico ameaçador da vida faz com que tanto a pessoa diagnosticada, quanto seus familiares e amigos, entrem em contato com o processo da finitude. Isso promove uma reavaliação de muitos aspectos da nossa vida. Começamos a refletir sobre o que realmente importa, o que nos faz felizes, realizados e o que não nos acrescenta ou até mesmo nos faz mal. Essa conexão com o que nos é fundamental, nos aproxima da nossa verdadeira essência, o que resulta em uma vida mais rica e significativa.



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