O primeiro aspecto a entender, enquanto familiar que cuida, é que o que deve ser considerado em primeiro lugar não é a doença, mas sim, a pessoa. A partir dessa premissa, serão consideradas todas as formas de tratamento possíveis e aceitas pela pessoa que foi diagnosticada. Caso contrário, corremos o risco de ultrapassar certos limites da dignidade e do bom senso, que irão trazer sofrimento para todas as partes envolvidas.



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